29 de maio de 2009

Bilateralidade: Amar e Servir


O ser humano é constituído de benfeitorias e malfeitorias. Desejar demais, amar demais, servir demais, são estrumes essenciais no desenvolvimento do alicerce humano? Sim. Por mais que palavras bonitas circulem a bilateralidade, por mais que o nosso raciocínio seja interrompido, pausado como um flerte em horário de descanso. Amar e servir, às vezes machuca - dói, quando em sua “extremidade” não há reconhecimento. Porém, isso não quer dizer que para conjugarmos os respectivos verbos, exija impreterivelmente uma réplica.
As benfeitorias e as malfeitorias são termos adjetiváveis na generalidade que os cercam. Indago: Até que ponto vale ser o “bom”. O bom amigo, o bom andante, o bom conselheiro, o bom companheiro... ? Seria esta a malfeitoria do individuo? Sim. Se seguíssemos a preciosa lição dos mandamentos da lei de Deus, viríamos que para a evolução do espírito e do sentimento é necessário amar sem esperar algo em troca.
Se tudo que você já fez, não adiantou? Não sensibilizou? Não agradou? Paciência. É proveitoso esse aprendizado para que na próxima tentativa você se enlace mais, nesse louco e “amargo” compasso da vida.
Ame e sirva sem perder sua eassência, sem esperar a “resposta oportuna” - na mesma moeda. Faça a sua parte. Não espere dos outros, aquilo que na cadência da vida, certa vez, você também bailou.
Todavia, isso não significa baixar a guarda, descansar. Siga firme de cabeça erguida. E, jamais dance no compasso da humilhação e da soberba. Mas, ame e sirva infinitamente.


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Layanna Florêncio
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14 de março de 2009

Obrigatoriedade do diploma de jornalismo: a polêmica que circunda o cenário brasileiro.


O Jornalista - profissional da informação - numa redação de jornal pode ocupar desde a função de repórter até a de editor. O jornalista pode atuar em diversas áreas como: rádio, agência de notícia, assessoria de imprensa, televisão, jornal impresso e em sites de conteúdo jornalístico na Internet, dentre outras. Entretanto, para todas as funções, o domínio de técnicas de redação, capacidade de reflexão e bons conhecimentos da língua portuguesa são fundamentais. Ultimamente grandes manifestações, tanto favoráveis como contrárias no tocante – Obrigatoriedade do diploma de jornalista, vem destacando-se no cenário brasileiro.
Na concepção sindicalista o diploma funciona como uma reserva de mercado. Sabemos que atualmente faculdades de jornalismo despejam periodicamente recém - formados no mercado, é válido salientar que mais gente do que o mercado atual suporta. Hoje, há mais formados querendo ocupar seu espaço como jornalista do que se possa imaginar. O que ratifica que não foi de certa forma a exigência do diploma que levou a isso e sim as leis do mercado. A justificação do diploma que antes oferecia vem se dissolvendo com o passar dos tempos.
Percebemos que tudo isso que vem ocorrendo é reflexo do mercado saturado que pertencemos. A questão: “ser jornalista” não está impregnada apenas a atribuição do diploma, até por que para exercer a profissão não se faz necessário o mesmo. Então, paremos para refletir o quão polêmico é a abordagem desta temática, principalmente quando se associa a profissionais recém-formados, a profissionais que já estão no âmbito a tempo, a “profissionais” que mesmo sem diploma estão atuando há décadas no mercado jornalístico.
Todavia, duas perguntas precisam de respostas: Será mesmo, que para atuar como jornalista se faz necessário o diploma? Será que só os profissionais formados poderão atingir o grau de expectativa e responsabilidade quanto à profissão - jornalismo?
Quanto à primeira questão, sabemos que a obrigatoriedade do diploma jornalístico não passa de “balela”, e por que não: de um mito criado pelos profissionais formados ou ainda mais, pelos sindicalistas. Antes de cogitar-se essa possibilidade é necessário uma análise profunda das várias percepções concernentes a esta temática. Relevante seria se o sindicato dos jornalistas ressuscitasse das cinzas e trabalhasse pela classe, conseqüentemente estando mais presente no cenário brasileiro. Agindo de acordo com os preceitos jornalísticos. Assim, seria uma garantia de que os profissionais que estejam no mercado sejam aqueles que concluíram o curso de comunicação social/ Jornalismo. Esses profissionais terão a capacidade de discutir, criticar e avaliar o próprio exercício da profissão.Ou seja, se houvesse um sindicato mais participativo e menos eloqüente o mercado atual seria outro completamente distinto a este - por exemplo: um conselho espelhado em instituições sérias como a OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, que com seriedade averigua os fatos e faz jus a classe.
Existem pessoas que atuam como jornalistas há décadas e que desempenham brilhantemente sua função, mas, que não tem formação acadêmica. Minha concepção com relação a esse aspecto é bastante realista – esses profissionais por tudo que já vivenciaram tem uma bagagem profissional inquestionável e bastante perspicaz. E não merecem serem descartados. Sou a favor da obrigatoriedade do diploma no cenário atual, em que os profissionais que venham a atuar no mercado sejam formados e carreguem consigo o seu diploma. E aos que não são, que se integre a uma universidade e conclua o curso de Jornalismo.
Partindo desse pressuposto, o segundo questionamento torna-se bastante relativo. Pois, existem fatores importantes que devem ser considerados. A demanda por vagas de emprego na área jornalística aumenta cada vez mais, porém o nível de muitas pessoas que ingressam no mercado de trabalho não oferecem um serviço qualificado, deixando em dúvida a sua credibilidade enquanto profissional.
Por outro lado, fica difícil prestar a devida atenção em como somos bombardeados por informações, que são veiculadas nos diversos meios de comunicação – rádio, telejornal, revista, jornais diários e essencialmente nos web sites, que têm uma característica peculiar, de noticiar fatos em “ tempo real”. No entanto, nem sempre paramos para analisar o profissional que está por trás do texto bem escrito – seguindo o preceito jornalístico, que nos transfere conhecimento satisfatório para podermos compreender, opinar e debater os assuntos de nosso interesse. O que classifica a base acadêmica como fundamental para o exercício de qualquer atividade profissional. A estrutura prática é sustentada pela teórica. Se não houver no cenário brasileiro contemporâneo a exigência do diploma de jornalista, os grandes beneficiários, seriam os donos das empresas de comunicação, que teriam a liberdade de contratar mão-de-obra não especializada podendo estipular qualquer valor salarial. Na minha concepção a grande prejudicada nessa história seria a sociedade num contexto geral, que sofreria com a falta de qualidade e credibilidade na informação.É válido salientar que alguns dos profissionais que estão a tempo exercendo a sua atividade como na área de comunicação e que não são formados, conhecem o lado prático da profissão até melhor do que outros que estão ingressando no mercado de trabalho. Apesar de sabermos que o diploma não constitui uma postura ética e nem diminui a possibilidade de erros.


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Layanna Florêncio

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12 de março de 2009

Definição de amor


Amor. Como eu defino AMOR? Característica abstrata. Sentimento que aflige, afaga, que dói (quando não dá certo), que faz feliz (quando estamos ao lado de quem amamos), que nos faz bem. Amor não é simplesmente inexplicável, mais também um sentimento imensurável. Quando fazemos parte deste “universo”, dessa constelação de “felicidades”, apenas duas vertentes são expostas – o medo (de como será o fim?) e o desejo (de repetir a dose), de embarcar nessa viagem. Está aí, o raciocínio é este: O amor é uma viagem muito louca e prazerosa, quando há reciprocidade. Uma viagem inesquecível, quando é real.
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Layanna Florêncio
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2 de dezembro de 2008

A subjetividade: Sonhar e acreditar


A cada amanhecer levantamos com uma perspectiva diferente, perguntas invadem o nosso inconsciente, somos bombardeados constantemente por pensamentos surreais, fantasmagóricos. Atualmente, considero-me a pessoa ideal para falar sobre esse aspecto, haja vista, a cada dia amanheço com anseios diferentes, exteriozados, imaginários. Será que faz bem, sonharmos tanto, desejarmos muito? Com os pés no chão, centrada no meu objetivo de vida, respondo: “A realização pessoal se dá através daquela vontade que te levou a flutuar, a sonhar”.
Espero, que o meu amanhã, seja o reflexo das incidências do meu ontem, das minhas vontades passadas. O paradoxo disto tudo é quando deixamos de acreditar, nos nossos sonhos, na nossa capacidade de vencer.
Ao amanhecer, quando a janela do teu quarto estiver aberta e os raios de luz solar estiverem refletidos no teu rosto, pense no seu hoje, sem obsessão no seu propósito amanhã. Às vezes parece até corriqueiro quando alguém externa: - “Viva intensamente o hoje, você não sabe o que poderá acontecer amanhã”. Sabe-se, no entanto, que não é errôneo esse ideal. Deixemos as mágoas passar, aproveitemos o hoje como se fosse o último dia da nossa vida, por que o amanhã - como comprovadamente exposto na bíblia –a Deus pertence.
Indago: o que vislumbro neste dia? Almejo acordar amanhã, ter as pessoas que amo ao meu lado, e acreditar que o fim é um importante fragmento de um novo começo. Acreditemos, sobretudo em nós.

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Layanna Florêncio
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18 de novembro de 2008

Qual a grande recompensa do ser humano?

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A grande recompensa do ser humano é saber que a sua mensagem foi assimilada e que o bem tenha firmado compromisso com o real. Não subestime ninguém, pois, a resposta poderá vir da pior forma. Na vida temos que encarar os problemas como um aprendizado e agradecer a Deus por ter a oportunidade de puder solucioná-los, enquanto formos vivos e aptos a seguir em frente.
Quando determinamos um objetivo em nossa vida, expomos as metas, dificuldades e facilidades que poderemos encontrar. Mas, nunca contamos com o poder das circunstâncias e com a forma que as coisas podem acontecer em nossa vida.



Layanna Florêncio

VERDADE É NAIPE PARA POUCOS

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Sou alguém que entendo e conheço muito pouco da vida, digo isto por que a cada dia me deparo com situações que realmente acreditava que seria impossível de acontecer,e aconteceram. Então, chego a conclusão de que a cada dia sei pouco menos da vida – atos, caráter, sentimentos alheios, são aspectos improváveis e mutáveis.

Procuro fixar em meus pensamentos o valor da palavra “dita” – aquela que é verdadeira, que é honesta, que é absoluta, que é única. Quando chego ao denominador comum de que a minha verdade não é a sua verdade, de que nas coisas em que acredito, são fundamentos tão minúsculos perto de pessoas improváveis, que não conhecem o valor da palavra - verdade. Sabe, não sei por que ainda me surpreendo com o resultado estimável, e cada vez mais concreto, de que: ninguém conhece ninguém por completo.

Esperamos demais do outro, despejamos nossas expectativas, nossos anseios, nossos objetivos de vida num personagem até então subliminar, mas, o amanhã nos surpreende dolorosamente.

Sejamos sábios e crédulos de que caráter, honestidade vem de berço e são fatores predominantes na vida do ser humano – ninguém muda da água pro vinho. Aos que usam a VERDADE como corrimão de sustentação, saudações , aos que usam de MÁ-FÉ, contra a dignidade alheia – a Verdade é um prato que se como cru, ela um dia sempre aparece.


Layanna Florêncio